“O Brasil está decidido a prestar apoio à Guiné-Bissau para a manutenção da estabilidade política e institucional neste momento que atravessa o país”, afirmou o embaixador do Brasil em Bissau, Jorge Kadri.
Segundo o diplomata, o donativo entregue ao PNUD demonstra o “efetivo compromisso brasileiro com o futuro da Guiné-Bissau”.
Além disso, ele anunciou que o Brasil decidiu enviar uma equipe técnica de apoio às votações.
“O Tribunal Superior Eleitoral do Brasil decidiu enviar uma missão técnica de apoio às eleições presidenciais, composta por especialistas que se ocuparão da logística eleitoral, manutenção e recuperação de redes de informática, comunicação, imagem, programação e contagem de votos”, afirmou.
Participaram na cerimônia na embaixada do Brasil, a representante do PNUD na Guiné-Bissau, Giuseppina Mazza, e o presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) guineense, Desejado Lima da Costa.
Segundo Costa, já está quase reunida a “totalidade dos cinco milhões de euros” necessários para a realização do primeiro e segundo turnos das eleições.
Além do Brasil, a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) garantiu hoje também mais 369 mil euros de apoio.
A Alemanha e a Grã-Bretanha também contribuíram recentemente com apoio financeiro, orçado em 180 mil euros.
A Guiné-Bissau vai realizar eleições presidenciais após o assassinato do presidente João Bernardo “Nino” Vieira, em 2 de março, horas depois da morte num ataque à bomba do chefe das Forças Armadas, general Tagmé Na Waié.
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